Resíduos de clínica e consultório: o papel da limpeza no PGRSS (RDC 222/2018)
Toda clínica gera resíduos de serviços de saúde e precisa de um Plano de Gerenciamento de Resíduos (PGRSS), como determina a RDC 222/2018 da Anvisa. A equipe de limpeza executa parte desse plano todos os dias.

Os grupos de resíduos
- Grupo A: potencialmente infectantes
- Grupo B: químicos
- Grupo C: radioativos
- Grupo D: comuns, equiparados aos domiciliares
- Grupo E: perfurocortantes
As etapas
Segregação e acondicionamento no ponto de geração, identificação, coleta interna, armazenamento no abrigo, coleta externa, transporte e destinação final. Cada etapa tem um responsável descrito no PGRSS.
O que cabe à limpeza
- Recolher sacos e recipientes já fechados e identificados
- Levar ao abrigo pelo trajeto e horário do plano
- Não abrir, não transferir conteúdo, não compactar
- Higienizar o abrigo e os recipientes de transporte
- Usar EPIs adequados
Erros comuns
Saco infectante no lixo comum, coletor de perfurocortante cheio além do limite e abrigo sem higienização são achados frequentes em fiscalização. A rotina com horário e checklist reduz esses riscos.
Fonte
Resolução RDC nº 222/2018 da Anvisa (boas práticas de gerenciamento dos resíduos de serviços de saúde). Para aplicar no seu caso, consulte o responsável técnico da clínica.
Como a Conceptt faz
A Conceptt segue o PGRSS da clínica na coleta interna e na higienização do abrigo, com horários definidos, EPIs e conferência do supervisor.
Perguntas frequentes
Quem recolhe o lixo infectante?
Coleta interna pela limpeza; externa por empresa licenciada. Ver a resposta completa
NR 32: o que a norma pede?
Capacitação inicial e contínua de quem limpa. Ver a resposta completa
