Áreas críticas, semicríticas e não críticas: como a limpeza hospitalar se organiza
Nem todo ambiente de saúde tem o mesmo risco. A classificação das áreas é o que define quanto, como e com o que limpar.

Áreas críticas
Onde há procedimentos invasivos ou pacientes mais vulneráveis: centro cirúrgico, UTI, isolamento. Pedem maior frequência, técnica rigorosa e materiais exclusivos.
Áreas semicríticas
Onde há pacientes, mas com menor risco: enfermarias, consultórios, salas de exame.
Áreas não críticas
Sem contato direto com pacientes: administrativo, depósitos, circulação.
O que muda na prática
- Frequência de limpeza
- Materiais exclusivos por área
- Cores de panos e baldes
- Treinamento específico da equipe
Como a Conceptt faz
A Conceptt organiza a rotina pela classificação definida pela unidade de saúde, com materiais separados por área e supervisão semanal.
Perguntas frequentes
Concorrente ou terminal?
Entenda a diferença. Ver a resposta completa
Como funciona a limpeza hospitalar?
Protocolos por área. Ver a resposta completa
